Decisão dos vereadores de Porto Velho permite a manutenção dos serviços da EcoRondônia na gestão e tratamento dos Resíduos de Porto Velho

Decisão dos vereadores de Porto Velho permite a manutenção dos serviços da EcoRondônia na gestão e tratamento dos Resíduos de Porto Velho


Com 21 votos a favor, 1 contra e 1 abstenção, a sessão realizada na tarde do dia 31 de março foi marcada pelo retrospecto do histórico conturbado da gestão de resíduos e toda insegurança jurídica que isso causava ao município. 


Os vereadores da Câmara Municipal de Porto Velho votaram ontem a favor da manutenção da lei que permite a continuidade do contrato da EcoRondônia para tratamento e gestão de resíduos da cidade. Com a decisão, o prefeito Léo Moraes (Podemos) contará com a melhor opção para a para a população de Porto Velho. 


Com 21 votos a favor, 1 contra e 1 abstenção, a sessão realizada na tarde do dia 31 de março foi marcada pelo retrospecto do histórico conturbado da gestão de resíduos e toda insegurança jurídica que isso causava ao município. 

Além disso, os vereadores ressaltaram a qualidade do trabalho e as mudanças significativas para a cidade e a população desde o  início das atividades da EcoRondônia (empresa da Marquise Ambiental), esclarecendo todas as questões que vinham sendo levantadas, sendo decisiva para a manutenção do contrato. 


A população, portanto, continuará contando com a  execução dos serviços e modernização da coleta, preservando as conquistas  alcançadas na gestão de resíduos de Porto Velho e seus distritos, avançando ainda mais em novas melhorias.  

A EcoRondônia continuará prestando seus serviços com mais de 300 colaboradores, garantindo a universalização da coleta de resíduos, com a inclusão do atendimento do distrito de Baixo Madeira, localidade que nunca havia recebido tratamento e coleta de lixo até o ano passado.


A empresa manterá a moderna frota de veículos e equipamentos por água e terra,  para atender a complexa logística de coleta em localidades distantes e de difícil acesso previstas no contrato vigente. 

A coleta seletiva e a de resíduos da saúde continuarão sendo realizadas e a área Ambiental de Vila Princesa, antigo lixão, receberá tratamento ambientalmente correto.


A decisão também permite que a cidade deixe em pouco tempo de pagar a segunda maior taxa do país para depositar seus resíduos em um aterro privado e produza riqueza e geração de emprego e renda a partir do tratamento e transformação deste material, o que resultará em economia ao município que poderá ser avaliada pela prefeitura para investimentos em outras áreas. 


O CTTR Rondônia,  Centro de Tratamento de Resíduos, que está previsto no contrato da PPP, poderá ser construído com a mais moderna tecnologia ambiental para que, a partir do tratamento e da reciclagem do lixo, seja possível produzir energia limpa para Porto Velho e geração de renda para cooperativas de catadores com a triagem dos materiais.  

A permanência do contrato também assegurará a manutenção dos empregos dos garis, que coletam o lixo da cidade, que ficariam sem emprego caso um contrato emergencial fosso assinado.

Com decisão da Câmara de Vereadores, o povo ganha, o meio ambiente ganha e Gestão Municipal ganha. O prefeito Léo Moares agora pode por seu nome na história de Porto Velho, colocando a capital de Rondônia na vanguarda da gestão de resíduos no Brasil.

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